Falso moralismo é pouco
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'Sou rico, bonito, formado e não vou preso'. Esta talvez seja a frase que ainda justifique atitudes discriminatórias para alguns brasileiros. Pessoas como uma médica aracajuana que, ao chegar atrasada para o check in no Aeroporto da capital sergipana, de onde partiria para a Argetina em lua-de-mel, viu-se no direito de ofender publicamente um funcionário da Gool. Durante a ceninha, alguém gravou (bendita inclusão digital!) e jogou no You Tube. Até este momento o vídeo alcançou quase 35 mil acessos. A senhorita, digamos assim, de nome Flávia, achou-se no direito de chamar o funcionário da empresa aérea de cachorro, morto de fome e negro. Conseguiu o que queria: chamar a atenção e mostrar até que ponto um ser humano pode ser ridículo. Penalidade? Até agora, nenhuma...Lamentável!
Update: além de postar uma nova versão do vídeo, que havia sido retirado do YouTube, aproveito para linkar a nota publicada na tarde desta quarta, 4, em que a médica Ana Flávia Pinto Silva explica o que aconteceu, segundo sua própria versão.
Poucas vezes você vê na mídia algum artista que seja 'de verdade'. Eu conheço uma desde 2003: Pitty. A baiana lutou tanto por um espaço que acabou não só conquistando-o, mas consolidou de vez o seu nome na música - e no rock - brasileira. A evolução dela como cantora e compositora é nítida em seus três álbuns. Tanto sucesso não foi capaz de fazê-la se deslumbrar com a fama, como ocorre com muita gente por muito pouco. Enfim...eu não quero descrevê-la para não parecer que esse post é um texto escrito por um fã acalourado. Há séculos que deixei de lado esse pieguismo do auge dos 13 anos! (rs) Mas é que basta conhecer um pouquinho só da moça para saber que eu não tô exagerando. Pode começar por essa entrevista fodástica que a Pitty cedeu às páginas vermelhas da TPM. A música, não é novidade que é boa. Mas quando quem faz é melhor ainda, tem-se a explicação!
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